Erdogan esvaziou a sua capital para acolher os restantes 31 chefes de Estado dos aliados da Aliança atlântica numa cimeira histórica da NATO em que o Presidente turco procura confirmar a importância geostratégica e política da sua Yeni Turkiye, enquanto procura soluções para colmatar lacunas evidentes nas suas capacidades militares. A nova configuração da NATO, com menos América e mais Europa, pode, ironicamente, favorecer a Turquia